Essa é pros marmanjos! Mais uma das minhas dicas infalíveis sobre conquista para homens e mulheres de coragem! Mas cuidado, só usem quando quiserem casar! É perigoso a menina se apaixonar pra sempre!!
terça-feira, 13 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Terceira Fase.....
Pessoas da Terceira Fase,
Eu disse que deixaria uma orientação aqui no blog para a próxima aula. Na realidade mudei de ideia. Só deixarei o material sobre vírus e a primeira lista de exercícios sobre classificação (para o dia 21/03!).
Durante a aula explicarei a atividade que faremos nessa quarta. Mas se quiserem já podem ir pensando. O que é vida? O que define um ser vivo????
Eu disse que deixaria uma orientação aqui no blog para a próxima aula. Na realidade mudei de ideia. Só deixarei o material sobre vírus e a primeira lista de exercícios sobre classificação (para o dia 21/03!).
Durante a aula explicarei a atividade que faremos nessa quarta. Mas se quiserem já podem ir pensando. O que é vida? O que define um ser vivo????
sexta-feira, 2 de março de 2012
Ampliar as possibilidade de olhar, tentar uma outra lógica.
Pessoal da terceira fase (e os outros também),
A partir da discussão que tivemos na quarta, deixo aqui dois materiais que de certa forma sintetizem toda nossa discussão a partir do texto do Mia Couto!
A partir da discussão que tivemos na quarta, deixo aqui dois materiais que de certa forma sintetizem toda nossa discussão a partir do texto do Mia Couto!
Com que palavras explicamos e dizemos o mundo? Esse ajuda vocês a pensarem no conto que pedi para escreverem. Como podemos falar alguma coisa para alguém? As palavras e as ideias são livres, podemos usá-las como e quanto quisermos, basta que tenhamos sensibilidade para perceber isso.
O quanto podemos ampliar nosso olhar para as coisas, arriscar outras possibilidades sem medo de errar? Encontrar outros caminhos, enfim.
Transcrevo os dois últimos parágrafos do texto, eles são o que sintetiza aquilo que discutimos:
"Há quem acredite que a ciência é um instrumento para governarmos o mundo. Mas eu preferia ver no conhecimento científico um meio para alcançarmos não domínios, mas harmonias. Criarmos linguagens de partilha com os outros, incluindo os seres que acreditamos não terem linguagem. Entendermos e partilharmos a língua das árvores, os silenciosos códigos das pedras e dos astros.
Conhecermos não para sermos donos. Mas para sermos mais companheiros das criaturas vivas e não vivas com quem partilhamos este universo. Para escutarmos histórias que nos são, em todo momento, contadas por essas criaturas."
(COUTO, Mia. Pensatempos: textos de opinião. 2ed. Editorial Caminho: Lisboa, 2005).
Aqui vão os materiais:
Primeiro: Vídeo - O poder das palavras
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
A História da individualidade (genética) humana....
Muito bem pessoal,
Vocês pediram então resolvi abrir o tópico para continuarmos a discussão iniciada em aula sobre a individualidade.
Acho que discutimos pontos interessantes. Conseguimos partir do texto e superá-lo pensando não só na questão científica, mas indo além. Para a questão cultural, étnica, social e filosófica.
Algumas questões foram levantadas e discutidas, outras levantadas e não discutidas. Mas ainda acho que podemos ampliar as possibilidades. Como eu disse, a idéia de discutir esse texto é desconstruir a noção muitas vezes equivocada, de que geneticamente, podemos claramente nos separar em grupos. E o que isso traz como consequência.
Pensando dessa maneira, existe algo que nos une biologicamente? Se existe algo, isso é estático ou muda com o passar do tempo?
Deixo mais algumas portas em aberto para que possamos pensar. O que eu já tinha deixado de questionamento, permanece. Se somos individuais até mesmo geneticamente, e se a nossa individualidade muda com o passar do tempo, será que a nossa individualidade genética também muda a medida em que vivemos?
Outra questão seria pensar, partindo dessa noção de individualidade de raça, algo mais político e social, por exemplo as cotas universitárias. Será que faz sentido pensar em cotas universitárias levando em conta essa discussão de individualidade genética?
Outra questão interessante seria pensar. A medicina de forma geral, que pensa em doenças para o grupo dos seres humanos, tem sentido levando-se em conta essa idéia de individualidade?
Para quem quiser ir muito mais além, aqui tem um texto que traz a questão da individualidade para o campo social. É um artigo sobre estilos de vida e individualidade com base na sociologia e antropologia.
Bom, o espaço está aberto! =)
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
"Eu voltei..... voltei para ficar...."
Pois é....
A volta é inevitável. A vida sempre retorna, O ar entre de volta nos pulmões. O coração volta a bater. O sangue a correr. Os neurônios à energizarem-se..... Enfim. A vida é feita de retornos, eterno retorno como já dizia um grande filósofo (sabem quem é?). E assim é que se inicia mais um semestre. Para alguns é um retorno, para outros um novo caminho. Mas até mesmo para um novo caminho retornamos com a disposição de caminhar.
Para mim é um retorno sempre novo. Acredito que para vocês também.Ássim, desejo um bom retorno, para os velhos novos e para os novos novos. Que tenhamos um semestre bem bonito, divertido e produtivo. Alguns já conhecem o funcionamento do blog, mas não custa relembrar.
O blog é fundamental no desenvolvimento da unidade curricular. Todo material que usamos em aula será disponibilizado aqui e este também será um espaço de diálogo e troca de materiais, conhecimento, dúvidas, angústias, etc, etc.
Masss, como funciona?
O material na maioria das vezes (o "na maioria das vezes" é por conta da leve desorganização do professor) será colocado no blog antes de ser usado nas aulas e ficará disponível nestes links, de acordo com a fase (agora teremos também a quarta fase... As primeiras aulas e os planos de ensino já estão disponíveis, além dos primeiros materiais.
No marcador "MATERIAL RECENTE", vocês podem ver se tem algo novo por aqui:
Existe outra página associada ao bioilógicas,o "bioutrasilógicas". Ele é outro blog onde são divulgados materiais produzidos por vocês. Textos, imagens, poesias, etc. Como vocês podem ver, lá tem vários materiais produzidos que ficam à disposição para degustação! Então, vamos exercitar a autoria? Cada um tem, certamente alguma coisa para socializar e contribuir para nosso acervo virtual:
Qualquer outra dúvida ou necessidade que não esteja dita aqui, ou se quiserem conversar, perguntar, reclamar, etc, tem o email à disposição:

Fora isso, boa viagem à todos e em caso de despressurização da cabine, estejam à vontade para voar!
Até.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Para distrair...
A imagem que o Jean da 311 me enviou por email. "Era uma vez uma planária...", ou talvez "Era uma vez algumas planárias...", não não, melhor "Era uma vez um zintupilhão de planárias...."
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Discussão na 213!!
Bom, escrevo este tópico com base na aula que tivemos na 213 hoje. Acredito que deixei vocês um pouco angustiados e enraivecidos (bufando e sofrendo) com uma série de questionamentos e dúvidas. Como eu disse, gosto muito disso, de problematizar. O quanto responder disso tudo, aí depende. Acredito que algumas respostas sejam importantes, outras são mais interessantes que fiquem sem resposta e que permitam a reflexão. Bom, especificamente em relação ao que deixei para vocês coloco aqui alguns pontos que podem talvez responder um pouco (pois eu disse que esta questão ainda não é completamente compreendida). Espero que tenham fôlego pra ler tudo e possam comentar e discutir se pensarem diferente!
A pergunta era, no momento da fecundação, como é definido qual o SPTZ que vai entrar no ovócito e fecundá-lo? Como vocês já sabem a cada ejaculação são liberados milhões de SPTZ, sendo que somente algumas centenas chegam ao ovócito e destes apenas um consegue entrar. Mas aí vem a pergunta? O que define qual vai conseguir entrar?
Como eu falei, esta pergunta ainda não tem uma resposta precisa, mas existem alguns indícios que nos levam a entender um pouco mais este processo.
Primeiro: eu já tinha deixado uma dica de que exiswtem proteínas específicas relacionadas a este processo. Pois bem, alguns estudos mostram que os SPTZ apresentam canais (poros) de íons chamados CatSper. Estes canais reconheceriam a presença da progesterona liberada por células que estão ao redor do ovócito (as células foliculares da corona radiata) e provocariam a entrada de Cálcio no SPTZ. Este cálcio faria os flagelos se movimentarem mais rápido fazendo com que os SPTZ chegassem mais rapidamente ao ovócito e pudessem "perfurá-lo" mais rápido. Este perfurar na verdade é a liberação do acrossomo, rompimento da zona pelúcida e entrada do núcleo do SPTZ. Isso também ocorre pelo cálcio. É ele que determina o rompimento do acrossomo, liberação de enzimas e entrada do núcleo do SPTZ no ovócito. Este é um ponto;
Segundo: mesmo assim, como é que o SPTZ se torna o primeiro a chegar e perfurar a zona pelúcida? Bom, outro ponto a ser levado em conta é que o ovócito é circundado por algumas células (células foliculares) que formam a corona radiata. Além da zona pelúcida, existe uma camada de células formando a corona radiata. Este é outro ponto. Aqueles SPTZ que conseguem abrir espaço mais rapidamente entre estas células e se aproximar mais rapidamente da membrana da zona pelúcida têm mais chance. Nesta passagem o SPTZ passa por um processo chamado capacitação, em que ele passa a mover o flagelo mais rapidamente e se libera de alguns resíduos de proteína ainda provenientes do epidídimo.
Terceiro: neste ponto precisa existir a liberação do conteúdo de enzimas do acrossomo para a "perfuração"da zona pelúcida. Bom, alguns daqueles que chegaram já liberaram o acrossomo para perfurar a corona radiata. Estes não terão mais chance de perfurar a zona pelúcida e falharam. Assim sobrarão alguns com o acrossomo ainda intacto para conseguir perfurar a zona pelúcida. Aí entra mais um ponto.
Quarto: bom, aí entram os fatores que não podem ser mensurados e ainda são inintendíveis. Certamente tudo isso até então, tem sentido evolutivo, o SPTZ mais eficiente, com mais velocidade, mais capacidade de nadar e se aproximar do ovócito tem mais chance. Porém, ainda existe um fator que é o "acaso". Imaginem assim, um STPZ chegou antes de todos pois tinha mais capacidade de nadar, mas ao chegar liberou seu acrossomo com todo esforço e conseguiu perfurar a corona radiata, mas aí nao consegue mais avançar e já deixou o caminho aberto. Na sequência vem um mais fraco e, tendo o caminho já aberto, consegue se aproximar do ovócito e perfurar a zona pelúcida. E ele entra!
Ou ainda, esta situação. O ovócito é uma célula que apresenta irregularidades. Então imaginem uma situação em que um SPTZ mais ou menos forte, chega, rompe as células da corona radiata e logo atrás vem um mais forte, mas naquela região exata onde ele chega a corona radiata é um pouco mais espessa, assim ele não consegue chegar até a zona pelúcida e também falha. Ai logo atrás vem um mais fraquinho, mas que "escolhe" outra região do ovócito para tentar penetrar e lá a corona radiata é mais fina, assim consegue chegar à zona pelúcida e fundir seu citoplasma e fecundar.
Bom, como vocês podem ver, é uma questão que envolve inúmeras variáveis. Sendo que algumas a ciência não consegue e - na minha opinião - não vai conseguir explicar com suas certezas, com sua lógica e com suas metodologias, pois é algo que vai além, algo que não podemos explicar e muito menos entender, mas que acontece, é este acaso entre aspas que coloquei.
Deixei vocês angustiados pois é importante podemos arriscar, refletir e pensar em inúmeras possibilidades. A ciência busca a certeza a partir da incerteza, da tentativa, do risco e é disso que precisamos, nos arriscar. Errar não é negativo, não é ruim, nem menos importante. O erro é fundamental na nossa vida e aprendermos com ele mais ainda.
Algumas referências sobre isto:
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/890064-estudo-diz-como-espermatozoide-vai-atras-de-ovulo.shtml
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10131/tde-19102004-135444/publico/sandragabaldi.pdf
http://www.nature.com/aja/journal/v13/n3/full/aja20119a.html (inglês)
Algumas referências sobre isto:
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/890064-estudo-diz-como-espermatozoide-vai-atras-de-ovulo.shtml
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10131/tde-19102004-135444/publico/sandragabaldi.pdf
http://www.nature.com/aja/journal/v13/n3/full/aja20119a.html (inglês)
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